Hello,This is me!

Midiã Almeida

Professional Photography Photography is my passion Welcome to my little corner of inspiration

About me

Hello

I'mMidiã Almeida

Fotógrafa e estudante de publicidade

Língua Nervosa nasceu da minha vontade de expressar meus pontos de vista e tudo que nos cerca. Desde poesias, poemas, histórias, reflexões, ao melhor do mercado, das novas tendêcias de moda, produtos baratos, maquiagens de celebridades e tutoriais que simplificam a vida dos meus leitores. Dividir tudo que me move sempre prezando a autenticidade e estética diferenciada em uma leitura prazerosa.

Posts

A flor da honestidade


Conta-se que, na China Antiga, um príncipe da região norte do país estava as vésperas de ser coroado imperador. Antes porém ele devia se casar, conhecendo as exigências das leis e os costumes locais, ele resolveu promover uma disputa entre as moças da China, da nobreza ou não. 
Qualquer uma que se achasse digna de sua proposta, podia participar da disputa. Feito o anúncio oficial, o príncipe marcou o dia em que receberia todas as pretendentes e lançaria um desafio. A vencedora seria a sua esposa e imperatriz.
Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua filha tinha profundo amor pelo príncipe mas, sendo plebeia , nem podia sonhar em participar. Ao chegar em casa a contar sobre a cerimonia marcada pra breve, a velha serva espantou-se, ao saber que a filha pretendia ir a celebração. Indagou, incrédula:
-Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes as mais belas e ricas moças da corte. Tire essa ideia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura.
A filha respondeu:
-Não, querida mãe não estou sofrendo e muito menos louca. Sei que jamais poderia ser escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe. Basta isto pra eu ser feliz.
Chegado o dia do lançamento do desafio, a jovem plebeia chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, as mais belas moças da nobreza chinesa, com as mais belas roupas, com as jóias mais finas, todas elas com a firme intenção de ser a nova imperatriz. Após nervosa espera, o príncipe finalmente anunciou o desafio:
-Darei uma semana a cada uma de vocês. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e imperatriz da China.
A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valoriza o hábito de cultivar algo.
Na casa da velha serva, sua resignada filha se esforçava para produzir uma flor partir da semente recebida. Mesmo não tendo habilidade nas artes da jardinagem, ela cuidava com paciência e ternura de sua semente , na esperança de conseguir uma flor tão bela quanto o tamanho de seu amor pelo príncipe.
Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia, semana após semana, o tempo foi se esgotando até que que se completaram seis meses do desafio e nada havia brotado no vaso que ela com tanto carinho cultivava. Consciente do seu esforço e dedicação, a moça comunicou a sua mãe que independentemente das circunstância, retornaria ao palácio na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe.
Na hora marcada ela estava lá, com seu vazo vazio. Entre as demais pretendentes, pelo contrário, cada uma chegava com uma flor mais bela que a outra, das mais variadas formas e cores. A jovem plebeia estava admirada, nunca havia presenciado cena tão linda.
Chega por fim o momento esperado e o príncipe entra no salão. Uma por uma, observa todas as pretendentes, todas as flores, inclusive a plebeia com o vaso vazio. Após uma curta reflexão, o príncipe indica a jovem plebeia como a sua futura esposa. O salão ecoou a surpresa geral. Ninguém entendia a escolha justamente daquela que não havia cultivado. Calmamente o príncipe esclareceu:
-Esta foi a única que cultivou a flor que a tornara digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis. Se para vencer, estiver em jogo a sua honestidade, perca.
Você será sempre vencedor.
 Folclore da China
(Autor Desconhecido)



A chave do meu coração está em você

Quando não te conhecia
Queria te conhecer, 
Como agora te conheço, 
Não consigo te esquecer.

Eu gosto dos teus olhos
Mais gosto mais dos meus,
Se não fosse os meus
 Não poderia olhar os seus.

Meu coração está fechado
E você sabe por que,
Se você quer vê-lo aberto,
A chave está com você.

                                                                                                                                                                                     OBS:.Título e autor desconhecido





O DIA EM QUE DEIXAREI DE TE AMAR



Há como dizer ao sol, que ele pare de brilhar?
As nuvens passam no céu e ofuscam o seu esplendor; contudo por de trás delas continuam o astro brilhando com fulgor.
Há como impedir o vento de soprar?
Fechando as portas e as janelas mas impetuoso é o vento que assobia absoluto entre florestas se fazem do lembrar...
Há como impedir o mar de bater, as marés e os rios receber?
Há como impedir um pássaro de voar? Talvez prende-lo em uma gaiola, talvez quebrar-lhe as asas... ainda assim sem poder ser livre ou voar deixará de ser um pássaro?
Há como impedir a lua de espelhar-se na lagoa com uma estrela prateada, iluminada e serena?
A luz reflete bela no mesmo braço negro que vivemos aurora?
Há como ignorar o brilho das estrelas cintilantes ou mesmo soprá-las como pequeninas velas?
Assim eu te digo, que quando todas estas coisas puderem ser feitas pela mão de um homem, nesse mesmo instante deixarei de te amar!

    Marina de Oliveira






AMOR

 Esta história marcou minha adolescência, por mais que muitos já tenham visto na rede, quis compartilhar com vocês pela simples moral, representativo do quanto é importante valorizar quem a gente ama em vida.

Toca o telefone
Uma voz mansa e suave responde do outro lado da linha
Alô, Quem é ?
Sou eu a felicidade eludida.
O que você quer?
Dizer que te amo.
De novo? Eu já ouvi isso umas 15 vezes você não se cansa?
Quem ama não se cansa.
Mas eu canso...Eu não a amo!
O quê?
É isso mesmo eu iludo e por isso me chamo ilusão do amor.

Neste momento, uma lágrima de sangue corre da face da menina até o momento de desabar no chão.

Como você pode dizer isso?
Dizendo oras não devo nada a ninguém
Não deve nada ?
É claro que não.
Deve sim. Seu amor
Amor?
Sim...você me faz voar tão alto e agora diz que não me ama?
Você tá ficando louca ?

E as lágrimas não param de rolar...

Estou louca mesmo... Pois acredito em você
Você sabia que era só amizade, não é ?
É Claro que não...você veio falando coisas românticas fascinando-me só com palavras e ainda me deu um beijo.
Um beijo? Aquilo nem foi um beijo...
Não foi? O que foi então?
Um selinho
E selinho não é um beijo?
Não
Quer dizer que eu não significa nada para você?
Lógico que significa.
O quê?
Uma bela de uma conta, mas no final do mês agora vou desligar.
Não...Por favor !
Por que ?
Porque eu Te amo...
Qual valor que seu amor vai me dar?
A felicidade
Espero coisas materiais
Eu vou ser sua
Isso não vale é nada... Quantos você custa?
Por que está perguntando ?
Se eu enjoar de você posso te colocar na bolsa de valores?
O que eu fiz para me tratar assim?
Me amar? Agora vou desligar!
Não por favor !!!
???
Fala comigo
???
Pelo amor de Deus responda que me ama !
Escute aqui eu já estou farto de você agora vê se me esquece
Eu prefiro morrer do que te esquecer.
Ah é ? Então se mata !
Tu, Tu, Tu...
Não por favor... não faça isso comigo ! Eu te amo !

Alguns dias depois...

Do que esta pessoa morreu? Pergunta um curioso.

De intoxicação provavelmente... deve ter tomado vários remédio em inúmeras quantidades.

Responde a enfermeira...

Coitada... ela tinha algum problema?

-Sim sofria de amor...

Então no dia do enterro o garoto a qual amou compareceu no local prestando sua última homenagem, jogou uma rosa vermelha e falou baixinho:

- Eu te amo!

E lá em cima... Ela olhou tudo e respondeu para si e para os quatros ventos que sopravam: TARDE DE MAIS.
Historia " O Príncipe das Frases "





Coração em pranto

Melhor amigo
Quem o admiro
O tempo passou
Meu sentimento mudou.

Não era o que eu queria
Como uma noite vira dia
Começou numa amizade
Transformou numa simples verdade.

Te quis
Nem me deu bola
Veio e me diz
Agora não rola.

Meu coração se despedaçou
Por que me enganou?
Procurei me divertir
Mas sempre esteve aqui.

 Tão perto de mim
Por que Deus quis assim
Meu sentimento não se esconde,
Ao mesmo tempo tão longe,

Sofri pelos cantos
Aos prantos
Meu coração acelerado
Necessitando de você ao meu lado.

 Nisso o que dá se apaixonar
Por alguém errado
Desisti, perdi as esperanças
Buscando por mudanças
Tentando mudar meu estado
Sofrendo calado.

 Quando não pensava mais em você,
Me surpreendeu
Por quem tanto bateu
Meu coração
Agora saltitando de emoção.
De ver você
Agora me querer.

 Vá com calma, devagar
Não me quero decepcionar
Alegre agora estou
Para onde quiser eu vou.

Tenho medo de mim
Até que ponto posso chegar?
Não brinque comigo assim
Não quero me machucar.

(Minha Autoria. Dedico a J.)


QUEM TEM MEDO DE DIZER NÃO?

A gente vive aprendendo
A ser bonzinho, legal,
A dizer sim para tudo,
A ser sempre cordial...

Acontece todo dia,
Pois eu mesma não escapo.
De tanto ser boazinha,
Tô sempre engolindo sapo...
Comi fígado e espinafre,
De medo de dizer não.
Qualquer dia, sem querer,
Vou ter de comer sabão!

A gente promete tudo...
Com vergonha de negar.
Mas já sabe que não lembra,
E as coisas vão piorar...

A gente sempre demora
A entender cada questão.
Às vezes, custa um bocado
Dizer simplesmente NÃO!

Quero saber dizer NÃO:
Acho que é bom pra mim...
Mas não quero ser do contra...
Também quero dizer SIM!
POEMA (RUTH ROCHA)


ABDULLA

Sinopse: Por meio de uma bela narrativa, Cristina Von nos conta a história de Abdula, um menino marroquino que tem muita habilidade para tecer tapetes. Em sua companhia, faremos uma viagem pelos diferentes costumes do Marrocos, esse país tão exótico. Abdula do Marrocos é um livro divertido, inteligente e que nos ensina a respeitar as diferenças e a tirar grandes lições delas.

Há meses que lhe estava fazendo um tapete trabalhava nele todos os dias. Mas quando estava no finalzinho, quase acabando mesmo, adivinhe o que aconteceu acabou a lã!
Abdulla procurou por todas as ruas da cidade, mas não achou a lã da mesma cor da que faltava...Voltou para a sua casa e estava tomando chá de menta quando apareceu sua amiguinha Nabila.
-O que você tem, Abdulla?
-Não achei a lã de que preciso para acabar meu tapete.
-Então vamos tingir um pouco de lã para conseguir a mesma cor.
-Mas é muito difícil!
-É mas podemos tentar.
Abdulla e Nabila compraram lã branca e ingredientes naturais para tingir: cascas de árvores e vegetais. E ferveram os ingredientes em um tacho dourado para fazer a tinta. Depois que a tinta esfriou, iam mergulhando e torcendo a lã, até conseguir a cor que queriam. E puseram a lã para secar no sol.Quando secou, estava tingida. Mas quando Abdulla pôs a lã perto do tapete, não estava da mesma cor.
-Não faz mal, Abdulla. Você fez o melhor que podia disse Nabila.
Termine seu tapete assim mesmo, com o máximo de dedicação que puder.
E assim ele fez. Ficou a noite toda bordando...e, pela manhã, o tapete estava pronto!
Abdulla foi até a Medina, a parte mais antiga da cidade, onde se vende de tudo, mas ninguém se interessava pelo seu tapete. Até que um homem loiro se aproximou. Tinha os olhos tão azuis que pareciam duas pedras preciosas.
-Quem fez este tapete?
-Fui eu mesmo.
-Puxa, mas ficou uma beleza! Quando custa?
-Custa mil dirhans (que é dinheiro marroquino).
-Eu só tenho 900
-Esta bem.
Abdulla enrolou o tapete e o entregou ao homem, mas ficou na dúvida: Será que ele viu o defeito? Achou melhor ser sincera:
-Olhe, tem um pedacinho aqui de outra cor, porque a lã acabou.
-Eu vi. Mas é uma prova de que foi feito na mão, e não em uma máquina. Por isso tem mais valor.
O homem loiro explicou:
-O tapete feito à mão é um objeto de arte, como um quadro ou uma escultura...cada ponto do tapete tem uma história. A história do que você estava pensando quando fez. Cada ponto carrega uma emoção

Cristina Von




REFLECTIONS

AGRADECIMENTO A DEUS - Longe de você, sou uma manhã de sol, sou como uma noite sem estrelas, sem luar, sou como uma folha seca a vagar, sem rumo e sem direção. Longe de você eu sou um deserto, tal como um rumo incerto. Sou sonho e não realidade, sou um peregrino em busca de abrigo, sou um pecado em busca de perdão, sou simplesmente solidão... Longe de você meu Deus, eu nada sou!

Autor Desconhecido

Bendito aquele que aprender a admirar, mas não invejar, seguir e não imitar, elogiar mais não bajular, liderar mais não manipular!

Autor Desconhecido

A vida é curta, viva. O amor é raro, aproveite. O medo é terrível, enfrente. As lembranças são doces, aprecie.

Autor Desconhecido

MIDIÃ ALMEIDA
+55-2799729-7413
São Mateus, Brasil

SEND ME A MESSAGE